A ENERGO oferece serviços que dão cobertura a todo processo necessário para a implantação da geração distribuída na sua residência ou empresa. Atuamos desde a análise preliminar de sua conta de energia e instalações, onde verificamos qual a fonte de geração mais indicada para seu perfil, até o detalhamento técnico do projeto, instalação e conexão da planta. Também oferecemos o serviço de operação, monitoramento e manutenção das usinas projetadas. 

Nosso diferencial é oferecer um serviço individual e personalizado, buscando soluções que atendam às necessidades técnicas e financeiras de nossos clientes.

Atualmente, para residências e empresas de pequeno a médio porte, a fonte de geração mais indicada é a solar fotovoltaica. No entanto, nossa equipe técnica tem competência para analisar e projetar outros modelos de geração de energia, assim seja indicado.

 

Benefícios da micro e minigeração distribuída de energia solar

Existem vários benefícios financeiros e também de sustentabilidade quando se utiliza a micro e minigeração distribuída, alguns deles são:

Economia

Gere todo o consumo de energia da sua casa e passe a pagar menos de R$ 80,00 reais por mês. Proteja-se contra os aumentos na conta de luz: uma vez instalado, o seu sistema passa a gerar energia por pelo menos 25 anos e sem nenhum perigo de aumento tarifário.

Sustentabilidade

O Sol é uma fonte de energia renovável, natural, lima, disponível e infinita. A Energia Solar não emite gases de efeito estufa, não gera resíduos e ainda substitui os combustíveis fósseis que são extremamente poluentes.

Valorização do Imóvel

Investindo em solução de energia solar fotovoltaica, sua propriedade irá se valorizar de forma exponencial pelo simples fato de que você estará gerando sua própria energia.

Segurança e Previsibilidade

As tarifas de energia são imprevisíveis. Isso ocorre por diversos fatores, como por exemplo a falta de chuva e crescimento na demanda de consumo. Gerando a sua própria energia, você não se preocupará mais com isso.

As etapas para gerar sua própria energia são:

Conta de energia

Em primeiro lugar, solicitamos que você nos envie uma cópia da sua última conta de luz para sabermos qual o seu perfil e consumo médio mensal de energia. Essa informação irá nos ajudar a dimensionar o sistema de geração indicado.

Contato com o cliente

Após a análise da conta, entraremos em contato para realizar algumas perguntas que irão nos ajudar a projetar o seu sistema de geração solar de forma personalizada, atendendo as suas necessidades.

Visita técnica

Ocasionalmente, faz-se necessário uma visita técnica às instalações da unidade consumidora para um melhor detalhamento e alinhamento do projeto preliminar. A Energo enviará um profissional para analisar a infraestrutura civil, elétrica e mecânica do local, além de avaliar a viabilidade técnica das diferentes fontes alternativas de energia.

Projeto & Solução Financeira

Uma vez coletadas todas as informações necessárias, apresentaremos o projeto para implantação do seu sistema de geração. Nele será detalhada a solução mais indicada para o seu caso, o tamanho do projeto e os valores de investimento. Também oferecemos uma solução financeira individualizada para nossos clientes, na qual e buscamos oferecer uma opção personalizada que atenda às suas necessidades e preferências. Realizamos análises de viabilidade financeira do projeto, comparativos de investimento, simulações de financiamento, dentre outras verificações. O nosso objetivo é tornar a sua solução energética acessível e eficiente.

Instalação & Operação

A instalação da planta será realizada conforme as normas técnicas e de segurança para garantir a disponibilidade e confiabilidade do seu sistema de geração de energia. A Energo realiza todo o processo de solicitação e acompanhamento de conexão do sistema à rede básica de distribuição. Elaboramos também toda a documentação necessária para solicitação da interligação da planta. Finalizadas essas etapas, você passa a gerar a sua própria energia.

Seja independente!
Produza sua própria energia.

O que é Geração Distribuída?

Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), regulamentada pela Resolução Normativa N°482/2012, a Geração Distribuída consiste na produção de energia elétrica a partir de pequenas centrais geradoras. Toda central vai utilizar fontes renováveis de energia ou cogeração qualificada, conectadas à rede de distribuição por meio de instalações localizadas próximos aos centros de consumo de energia elétrica.

O que é a Microgeração de Energia?

A microgeração refere-se a uma central geradora de energia elétrica, com potência instalada menor ou igual a 75 quilowatts (kW).

O que é a Minigeração de Energia?

A minigeração diz respeito às centrais geradoras com potência instalada superior a 75 kW e menor ou igual a 3 megawatt (MW), para a fonte hídrica, ou 5 MW para as demais fontes.

Crescimento da Micro e Minigeração no Brasil.

A Resolução Normativa N° 482/2012 foi atualizada, através da Resolução Normativa Nº 687/2015, e as novas regras entraram em vigor no dia 1° de março de 2016. Dentre as principais alterações, podemos destacar:

Prazo para utilização de créditos de energia

Pela nova regra, os créditos de energia gerados quando a produção for superior ao consumo da unidade, podem ser utilizados por um prazo de até 60 (sessenta) meses.

Condomínios

Outra inovação da norma diz respeito a possibilidade de instalação de geração distribuída em condomínios (empreendimentos de múltiplas unidades consumidoras). Nessa configuração, a energia gerada pode ser repartida entre os condôminos em porcentagens definidas pelos próprios consumidores.

Consórcios

A nova resolução criará ainda a figura da “geração compartilhada”. Nela será possível que diversos interessados se unam em um consórcio ou em uma cooperativa, instalem sistemas de geração distribuída e utilizem a energia gerada para redução das faturas dos consorciados ou cooperados.

Autoconsumo remoto

Outra novidade é que o consumidor poderá usar os créditos para abater a fatura de outros imóveis cuja fatura esteja sob sua titularidade, mesmo em outros locais, desde que estejam na área de atendimento da mesma distribuidora.
 

Dúvidas Frequentes

1Isenção de ICMS
Um dos principais pilares para a expansão da energia distribuída é a isenção da cobrança de ICMS sobre a energia inserida pelo consumidor na rede da distribuidora. O consumidor será tributado com o ICMS apenas sobre o saldo da energia que ele receber da distribuidora, caso não conseguir compensá-lo. Esta isenção foi regulamentada pelo Convênio ICMS no 16, de 22 de abril de 2015, do Conselho Nacional de Política Fazendária – CONFAZ, com adesão inicial dos Estados de São Paulo, Goiás e Pernambuco, e posterior de Rio Grande do Norte, Ceará e Tocantins, incluídos pelos Convênios nº 44 (3/6/2015) e nº 52 (30/6/2015).
2Isenção de PIS/COFINS
Além de não pagar ICMS, também ficará isenta do PIS/Pasep e da COFINS a energia injetada pelo consumidor na rede elétrica e não compensada. A isenção foi formalizada pela Lei nº 13.169, de 6 de outubro de 2015, convertida da Medida Provisória 675.
3Redução do Imposto de Importação
Até 31 de dezembro de 2016, está reduzida de 14% para 2% a alíquota do imposto de importação incidente sobre bens de capital destinados à produção de equipamentos de geração solar fotovoltaica (resolução CAMEX no 64, de 22 de julho de 2015, para ex-tarifários classificados no código 8428.20.90). Provisoriamente, até 31 de dezembro de 2015, foi reduzida de 14% para 2% o tributo incidente sobre importação de módulos fotovoltaicos (resolução nº 29, de 29/04/2015).
4Apoio do BNDES
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) foi autorizado pela Lei nº 13.203, de 8 de dezembro de 2015, a apoiar com recursos a taxas diferenciadas projetos de eficiência energética e de geração distribuída por fontes renováveis em escolas e hospitais públicos.
5Onde encontrar as normas e regulamentos sobre o Sistema de Compensação de Energia Elétrica?
A regulamentação do tema pela ANEEL, engloba a Resolução nº 482/2012 e a Seção 3.7 do Módulo 3 do PRODIST. Além disso, as distribuidoras têm normas técnicas que podem ser obtidas em seus sites ou junto às agências de atendimento. Em caso de dúvidas, você deve procurar a sua distribuidora local.
6A distribuidora pode impedir a conexão de um micro ou minigerador?
Não. Cabe à distribuidora, na qualidade de responsável por garantir a prestação dos serviços públicos de distribuição de energia elétrica com qualidade e confiabilidade, encontrar soluções técnica e economicamente mais razoáveis para conexão dos geradores e atendimento eficiente aos demais consumidores.
7Qual é a ordem a ser obedecida para a compensação dos créditos de energia ativa no sistema de compensação de energia?

O sistema de compensação de energia tem seu modo de faturamento estabelecido no art. 7º da Resolução Normativa nº 482/2012, que determina a seguinte utilização:

  1. A energia ativa gerada em determinado posto horário deve ser utilizada para compensar a energia ativa consumida nesse mesmo período.
  2. Havendo excedente, os créditos de energia ativa devem ser utilizados para compensar o consumo em outro posto horário, na mesma unidade consumidora e no mesmo ciclo de faturamento.
  3. Restando créditos, o excedente deve ser utilizado para abater o consumo de energia ativa em outra unidade consumidora escolhida pelo consumidor, no mesmo posto horário em que a energia foi gerada e no mesmo ciclo de faturamento.
  4. O eventual excedente após aplicação do item anterior deve ser utilizado para abater o consumo da unidade consumidora escolhida pelo consumidor e referenciada no item 3, no mesmo ciclo de faturamento, mas em outro posto horário.
  5. Caso ainda haja excedente, o processo descrito nos itens 3 e 4 deve ser repetido para as demais unidades consumidoras cadastradas previamente pelo consumidor, obedecida a ordem de prioridade escolhida por ele.
  6. Após aplicação do item 5, até o esgotamento das unidades consumidoras cadastradas, caso ainda existam créditos de energia ativa, o procedimento descrito nos itens 1 a 5 deve ser repetido nessa ordem para os ciclos de faturamento posteriores, obedecido o limite de 36 meses de validade dos créditos.